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domingo, 17 de maio de 2009

Came back!!!

Voltei e desta vez vim para ficar. Chega de desculpas e enrolações para não escrever. Eu sei que escrever me acalma. Escrever definitivamente me faz bem. Mas não sei por que cargas d'água me abdico tanto desse meu tom, como alguns costumam intitular. Ás vezes por remorso de escrever pouco, talvez por não me sentir tão competente, por achar que não estou em um dia de muita inspiração. Poderia enumerar uma lista sem fim de motivos para não escrever. Entretanto, rascunhar em poucas ou em muitas linhas o que sinto, o que guardo dentro das profundezas do meu ser me faz sentir melhor.




Para os desinformados e desavisados , na última semana, tive a minha primeira semana de férias e a melhor de viagens de todos os tempos. Foram 10 dias refletindo sobre quem eu sou e o que posso ser. Para falar a verdade o cenário ajuda bastante. As águas do Caribe são simplesmente de dar inveja a qualquer mar. Límpida, transparente, incolor, são sinônimos ótimos para descrever a beleza da região. Juro, que nunca imaginei ver paisagem tão bela e tranquilidade tão serena.






Hoje posso dizer que as belas imagens que vemos nos filmes, não são ficção. Elas existem, são de verdade, podem ser tocadas. A primeira padada foi na Jamaica. Se eu contar que a água do porto é transparente ninguém acredita. Estamos acostumados com portos de águas pretas, marrons, nada que chame muita atenção. Mas não no Caribe. Por lá as coisas tem outros significados, outros sentidos, outras vibrações. Minha vontade era encontrar com o Bob, nem que fosse uma pequena estátua dele. Mas descobri que a área dele era outra, a 3 horas de onde estavámos ancorados. Então o jeito era custir a região sem o nosso querido amigo. Entretanto isso era o que imaginávamos, a Mi não muita satisfeita resolveu incorporar o Bob o resto da viagem. Num gesto egoísta, ficou com ele só para ela.






A segunda parada foi no maior paraíso fiscal, Cayman Island. Sim, o dinheiro brasileiro está todo lá, segundo fontes da região. Sim, os grandes acionistas investem seus montantes nos bancos da magnífica ilha. Livres de impostos e demais taxas. Mas voltando para a parte cultural e turística a melhor parte do passeio foi nadar com as arraias e descobrir como o oceano guarda tantas belezas em meio aos seus imensos corais. Um verdadeiro arco-íris no fundo do mar.






A terceira e última parada foi em Belize. Para mim o país mais pobre de todos os que ancoramos. Me senti dentro da triste realidade brasileira. Passeando por suas ruas, não saia do meu pensamento a imagem das nossas favelas. Uma região de pobreza mas que guarda suas belezas. Como os belos templos Mayas. Já a praia não me encheu muito as vistas, depois de águas tão límpidas encontrar um mar que mais parecia o Espirito Santo, não foi muito divertido.






O navio era um sonho a parte. Piscina, sol, sombra, água fresca, cerveja gelada, shots, coquetéis, mordomia, luxo, simplicidade, sabores diversificados, baladas, jogos, hipnose. Eram muitas atividades e apresentações. Concursos: os mais divertidos. As pessoas: branco, preto, amarelo, do norte, do sul, do leste, oeste. De todos os tipos. Dos mais normais aos mais insanos. Os acontecimentos: os melhores ever. Na memória: fragmentos de uma viagem que sempre vou lembrar com muita saudade. Por isso que eu digo: Caribbean I miss you so much. Alguns podem se perguntar o que mais aconteceu dentro do navio, apenas isso? Uma descrição tão pequena para 7 dias em alto-mar. Entretanto só tenho a dizer o seguinte: "What's happen on the ship, stays on the ship".









2 comentários:

Milinha disse...

Eh vontade que eu tô de ter ido nessa viagem!!!!!!!!!!!!!!! E escreve mesmo ka... é bom, e nos mantem atualizados da sua vida por aí!

Saudades gigantes!

Beijos

Michelle Lima disse...

Tô mandando o Bob pelo correio também. Reclama procê vê. Ele te encontra no feriado! hehehehe.
Amo, frienda!
Foi tudo de bom!