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domingo, 27 de janeiro de 2013

Relembrando...


É engraçado como a gente tenta fugir do nosso destino, mas ele sempre encontra a gente. Hoje, por um acaso, me deu saudades de visitar o meu velho e bom amigo: BLOG. Fiquei um tempo imersa e perdida nas minhas antigas postagens. Poderia dizer que muitas delas foram escritas na noite passada. Entretanto, não me lembro de nada além de doces da última madrugada, e pela data no relatório, os posts já tem dois anos que estão na rede.

Sonhos, promessas, ciladas, amores todos continuam por aí perdidos no tempo. Rondando e tentando achar um espaço, uma brecha, um buraquinho para que possam florescer. Palavras foram ditas em vão, novas ciladas foram adicionadas ao diário de bordo, novas promessas foram feitas e quebradas na mesma velocidade em que foram proferidas, novos pensamentos e ideias mirabolantes surgiram...  Aliás, de todas as situações as belas e falsas promessas são as que continuam incomodando acima de tudo.

Os choros pelos novos e velhos amores todos estes passam, pelas derrotas, pelas conquistas, pelas alegrias e tristezas, estes se vão com facilidade. Mas as lágrimas de uma promessa quebrada estas deixam cicatrizes, como as de uma cirurgia para sempre na sua pele. Porém, as marcas internas que carregamos no fundo de nossas almas estas são as mais difíceis de serem curadas e tratadas.

Cada um tem um ritmo para guiar a sua caravana, e cada vez que você agrega nossos integrantes a sua jornada é importante entender o passo deste novo membro, para que ele não fique abandonado ao meio do bando, sem saber qual destino seguir. Desta mesma forma funcionam as promessas que são feitas, quando anunciadas é fundamental compreender o seu próprio passo e os dos que estão envolvidos nesta nuvem de promessas.

Pois conforme foi dito por uma amiga, há um tempo: “Promessas criam expectativas e expectativas borram maquiagens e comprimem estômagos”.  Vamos utilizar das promessas e das expectativas para iluminar! Através de labirintos, acendermos um olhar em chamas de contentamento pelo mais simples e singelo ato de lembrarmos, de emocionar. Pois somente emociona aquele que prepara, espera, imagina... E quem recebe mesmo desconfiando ou tendo certeza do preparativo do outro sempre será surpreendido.  Surpreende-se quem prepara a surpresa e o quem recebe o carinho. Pois é uma troca, é uma via de mão dupla, no qual os dois lados sempre ganham...

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