Nossa nunca imaginei que um texto pudesse causar tanta confusão, mas como o próprio nome dizia "Cilada", não poderia dar noutra. Minha prima decidiu postar o texto no facebook dela, em homanagem a todas as ciladas, e em menos de uma hora o texto rendeu uma série de 155 cometários. Polêmica total. Só queria deixar bem, claro, é que até quando você não quer vira cilada, é assim mesmo, inevitável.
Então já que o assunto rendeu, vamos continuar. Deixa eu te perguntar, vem aqui bem pertinho, você sabe fingir que é cega? Isso mesmo. Que não está vendo o que acontece ao seu redor, principalmente, se isto envolve histórias furadas de peguete, ficante, rolo, namorado, marido, amante, sei lá, são tantos cargos que um camarada pode exercer atualmente que até me perco na descrição da vaga.
Hoje, vim aqui dedicar meu tempo a você querida amiga, que muitas vezes finge que não está escutando aquela desculpa que nem a sua avó nos tempos mais conservados dela acreditaria. Tenho uma lista aqui sem fim de desculpas que preferi tampar os ouvidos e fechar os olhos. Porque como dizem:" o que os olhos não vêem, o coração não sente."
Por exemplo: Você liga para o seu namorado as 7 da manhã de um sábado, primeiro ele te atende, segundo ele não está em casa, terceiro, está fazendo em torno de menos 5 graus na rua e ele foi apenas abastecer o carro... Ou melhor ainda, você combina de encontrar com seu rolo no sábado, trocam lindas mensagens, mas de repente o sujeito some, não dá mais sinal de vida, nada, nadinha. Você, lógico, manda mensagens perguntando o que aconteceu. Sinal de alerta de mensagem recebida: ativo. Todas as mensagens chegam para você como lidas, mas nada dele te dar notícias. Ai na segunda-feira, ele aparece e explica que deixou o carregador do celular no escritório e o mesmo acabou a bateria.
E ainda tem aquelas histórias de que estava numa reunião de família ou que entendeu que voce sairia com as suas amigas. Ou ainda, melhor, você não avisou que queria encontrar, afinal é preciso marcar horário na agenda. O melhor é quando o sujeito fiva tão ocupado no serviço que ele não tem tempo para mandar sequer uma mensagem falando "Oi, como vai?". Aliás, isto requer um tempo enorme.
Realmente, e aliás como seres precavidos é melhor mesmo sempre deixar o carro com gasolina, ou ainda, vivemos em cidades que não oferecem lan houses, computadores em casa, celular de amigo, de ciclano, de beltrano. Numa vida que segue 24/7 na hora do rush é realmente mesmo dificil encontrarmos tempo para as pessoas que gostamos.
Por exemplo: Você liga para o seu namorado as 7 da manhã de um sábado, primeiro ele te atende, segundo ele não está em casa, terceiro, está fazendo em torno de menos 5 graus na rua e ele foi apenas abastecer o carro... Ou melhor ainda, você combina de encontrar com seu rolo no sábado, trocam lindas mensagens, mas de repente o sujeito some, não dá mais sinal de vida, nada, nadinha. Você, lógico, manda mensagens perguntando o que aconteceu. Sinal de alerta de mensagem recebida: ativo. Todas as mensagens chegam para você como lidas, mas nada dele te dar notícias. Ai na segunda-feira, ele aparece e explica que deixou o carregador do celular no escritório e o mesmo acabou a bateria.
E ainda tem aquelas histórias de que estava numa reunião de família ou que entendeu que voce sairia com as suas amigas. Ou ainda, melhor, você não avisou que queria encontrar, afinal é preciso marcar horário na agenda. O melhor é quando o sujeito fiva tão ocupado no serviço que ele não tem tempo para mandar sequer uma mensagem falando "Oi, como vai?". Aliás, isto requer um tempo enorme.
Realmente, e aliás como seres precavidos é melhor mesmo sempre deixar o carro com gasolina, ou ainda, vivemos em cidades que não oferecem lan houses, computadores em casa, celular de amigo, de ciclano, de beltrano. Numa vida que segue 24/7 na hora do rush é realmente mesmo dificil encontrarmos tempo para as pessoas que gostamos.
Nossa poderia ficar aqui prologando este post eternamente, porque são tantas as histórias que já aconteceram comigo, com amigas, com amigas de amigas... E o que mais me chama atenção é que não importa a raça, nacionalidade, idade: as desculpas são as mesmas em todas as línguas, origens e sentidos.
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